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segunda, 13 novembro 2017 14:31

Orçamento para 2018 marca início de novo ciclo de desenvolvimento nos Açores

Orçamento para 2018 marca início de novo ciclo de desenvolvimento nos Açores Gacs

O Vice-Presidente do Governo afirmou hoje, na Horta, que a proposta de Orçamento da Região para o próximo ano marca o "início de um novo ciclo de desenvolvimento” nos Açores.

 

“Um desenvolvimento que visa consolidar o crescimento e a retoma económica que se sentem na Região e, também, a criação de emprego, nomeadamente direcionada para melhor emprego e, nesse contexto, mais qualificado, mais estável e com melhor remuneração”, frisou Sérgio Ávila, em declarações após ter sido ouvido na Comissão de Economia da Assembleia Legislativa.

 

O governante salientou, por outro lado, que o Orçamento para 2018 visa também “reforçar a aposta que se faz nas pessoas, nomeadamente no que concerne aos setores da educação e da saúde, direcionando o investimento, cada vez mais, não para as infraestruturas, mas sim para as políticas de apoio”.

 

 

 

 

Para o titular da pasta das Finanças, Emprego e Competitividade Empresarial, trata-se de um investimento que assegura estabilidade orçamental, contribuindo, por essa via, para “um reforço da confiança por parte dos agentes económicos”.

 

Sérgio Ávila sublinhou que o fator confiança “contribui também para esse crescimento económico que sentimos nos Açores e para essa retoma económica que se tem vindo a consolidar com efeitos positivos no emprego, como foi conhecido na semana passada”.

 

O Instituto Nacional de Estatística revelou que a população empregada nos Açores no terceiro trimestre deste ano é a maior que se verifica desde 2008, tendo a taxa de desemprego descido para 8,2 por cento, inferior à média nacional e a mais baixa registada em quase sete anos na Região.

 

O Vice-Presidente salientou ainda que, apesar da redução de fundos comunitário, o Orçamento para 2018 mantém-se exatamente no mesmo valor do ano anterior, ou seja, deste ano, refletindo o aumento de receitas próprias, uma redução da dependência de fatores externos e, precisou, uma elevada taxa de execução dos fundos comunitários.

 

Os Açores têm “a execução mais alta do país” dos projetos previstos para os sete anos de vigência do atual quadro comunitário, afirmou Sérgio Ávila, ou seja, a Região não perdeu fundos comunitários.

 

“Os investimentos já foram feitos, nomeadamente na área da educação e na área da segurança social, onde as infraestruturas que estavam planeadas ao longo do mapeamento que é feito para sete anos já tiveram um nível de execução excelente e há uma redução porque as obras já foram feitas”, afirmou.

 

Relativamente ao descongelamento de carreiras, Sérgio Ávila esclareceu que o previsto no Orçamento Regional “decorre exatamente das normas a aprovar no Orçamento de Estado para 2018 e que se aplica diretamente à Administração Pública Regional”.

 

O Orçamento da Região para o próximo ano tem um valor de 1.292 milhões de euros, sendo 503 milhões de investimento direto e 753 milhões de investimento global.

Informação Adicional

  • Fonte: Gacs
 

 

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